Akto 4 -
Ando de um lado para o outro
em versos tarados.
Na incessante procura de não
viver parados.
E os crus ouros dos placidos
plasticos corpos vestidos.
Convertidos em agoniantes
saltares apressados.
No vapor de um trem
…................
e desse modo de ser refem
….....
Desando de um vértice ao
outro e conversos emaranhados.
Na inconstante usura
furtiva de não crer em alienados.
Mastruz e couros flácidos
causticos corpos convertidos.
Em inebriantes altares
devassados.
No romper do himem.
E nesse modo de ser
convem....
o que?
Ser puto?
Viver luto?
De quem?
Esculto?
Oculto?
Para que?
Púbis com chato?
Adquirido no bacanal barato?
Tantos
Pelos?
De
rompidos frontais e traseiros selos?
Com
quem?
Homem
?
Mulher?
Homemulher?
Mulheromem?
Masculino?
Feminino?
Masculino
e Feminino?
De
Camelo o Tenis
De
pentelhos coberto o Penis
desatina
da sina
A
pentelhuda Vagina.
Sem
importar se é de menino e menina.
Sem
mito
amar
o proibido pirolito
Sem
tabu
Na
greta de macho e fêmea penetrar a Escalibu
Sem
censura
Beber
o de macho e fêmea leite quente
sem
dar dor de dente
libertando
do tabu, a conservadora mente.
Viva
Vagina
Penis
Saco
Cu
Sovaco
Peito
Barriga
Braço
Pernas
Peludos
Conviva
Com
todos corpos desnudos.
Toque
neles sem importar a idade.
Não
há regras para felicidade.
Paradoxo
mas
inexiste a idade
ma
existe ir dar de ?
Isso
é comigo....
Isso
é contigo.......
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