Akto 2 - Salvador Dali o Gartsia Lorka Entre O Psicodelika Arte e o Transe do Sekso



Em um Porto , partir rumo ao desconhecido , para trás ficaram : roupas, pessoas , calçados, memórias que deixarão de existir a cada próximo  momento, até no silêncio  não me calo , agora vejo as ultimas espumas a sair do corpo, últimos momentos neste lugar. No aparelho sonoro ausculto , Fado, nu o corpo bailar do quarto a todo lado, seria só o Vento , uma Madre que deu Adeus. Mas nesse  Vento , canto o mar que há em mim, quando aos outros calo , ao Fado me imerjo e falo .

Poeta tu que nu , vive o Fado da existência, nas brumas de uma lorquiana noite a amar um salvadorico dali não visível, estou em algum lugar a te esperar, nu em corpo de homem, esperançoso em corpo de menino. Ajo , viajo de Portuscale às profundezas violinos do teu corpo, guitarras dos teus olhos. Bailamos nosso peludos ventres , bebemos nosso branco nectar em calices , com o sol no batel a aquecer esse realista incesto. Loucos , ficariam os moralistas que nos acusariam de crime em total pretexto . 

Deixe-os , agora estamos lado a lado neste infinito Fado , de Procura, Marujo somos só os dois , a bailar no cosmos luso da nossa cadencia em cigana existência. Deixemos eles , parlem, parolem,  que estamos longe , nunca saberão de nós, mas nosso Eco está em Voga , desde o tiro que me sacou a vida , quando Frederico Garcia Lorca era Eu. E tu meu amado Pintor. 

Portuscale, Alshapain , France, Italia , longe estamos, mas das roupas eternamente , nos desnudamos , desde quando a morte sacou me a vida de Salvador Dalí Idomeneche , repouso no teu peludo plexo , bebo até a ultima gota do teu precioso elixir a sair como chafariz desse saboroso pénis, pego nas tuas bolas como se fosse uma dançarina de Castanholas , alias as chupo como se fossem deliciosas castanholas. Ao som de gitano gipsy, te como la verga con mi culo. 

Nenhum movimento nulo, quando com o culo a verga do outro comemos e sacamos la leche del outro, en amor , profano sexo, sem procurar o nexo , a deixar todo conservador feito um Parvo, a parlar disparates , porém a molhar as calças sem cuecas. Deles colorimos a muitas cinzas das vidas deles.  Casados , Namorados a encubar , incubar os desejos por outro de homem corpo. mas os deixemos com os Psicanalistas agora jovens picas estão nas listas deles. 

Corre la vem os militares da Esquadra, mas nunca nos pegarão então acá vamos deixar a nossa branca leitosa marca , vou pinta-los a face, e tu escrever as próximas cenas da vida deles , sinto , que com outros olhos passarão a ver o peludo coberto pinto. 

Em vossos livros e quadros , das vossas conservadoras mente ecoaremos, a cada momento, até se livrarem das últimas pouca cinzas de vossas Vidas. 






Êm um Pôrtô , partir rumô aô dêskonhetsidô , para trás fikaram : roupas, pêsôas , kaltsadôs, mêmórias kvuê dêiksarâô dê êksistir a kada próksimô momentô, até nô silêntsiô nâô mê kalô , agóra vêjô as ultimas êspumas a sair dô kôrpô para ô ralô, últimôs mômentôs nêstê lugar. Nô aparêlhô sônôrô auskultô , Fadô, nu ô kôrpô bailar dô kvuartô a tôdô ladô, sêria só o Ventô , uma Madrê kvuê dêu Adêus. Mas nêsê  Ventô , kantô ô mar kvuê há êm mim, kvuandô aôs ôutrôs kalô , aô Fadô mê imêrjô ê falô .

Pôéta tu kvuê nu , vivê ô Fadô da eksistêntsia, nas brumas dê uma lôrkvuiana nôitê a amar um salvadôrikô dali nâô visível, êstôu êm algum lugar a  êspêrar tê, nu êm kôrpô dê hômem, êspêrantsôsô êm kôrpô dê mêninô. Ajô , viajô dê Pôrtuskalê às prôfundêzas viôlinôs dô teu kôrpô, guitarhas dôs teus olhos. Bailamôs nósôs pêludôs ventrês , bêbêmôs nósô brankô néktar êm kálitsês , kôm ô sól nô batél a akvuêtsêr êsê rêalista intsêsto. Lôukôs , fikariam ôs môralistas kvuê nôs akusariam dê krimê êm tôtal prêtêkstô .

Dêiksê-ôs , agóra êstamôs ladô a ladô nestê infinitô Fadô , dê Prôkura, Marujô sômôs só ôs dois , a bailar nô kósmôs lusô da nósa kadentsia êm tsigana eksistêntsia. Dêiksêmôs  kvuê êles , parlem, parólem,  kvuê êstamôs longê , nunka sabêrâô dê nós, mas nósô Ékô êstá êm vóga , dêsdê ô tirô kvuê mê sakou a vida , kvuandô Frêdêrikô Gartsia Lôrka éra Eu. Ê tu meu amadô Pintôr. 

Pôrtuskalê, Alshapain , Frantsê, Italía , longê êstamôs, mas das rôupas êtêrnamentê , nôs dêsnudamôs , desdê kvuandô a mórtê ilusória sakou mê a vida dê Salvadôr Dalí Idômênêtchê , rêpôusô nô têu pêludô pléksô , bêbô até a ultima gôta dô teu prêtsiôsô êliksir a sair kômô tchafariz desê sabôroôsô pênis, pégô nas tuas bólas komo se fôsê uma dantsarina dê Kastanhôlas , alias as tchupô kômô sê fôsem dêlitsiósas kastanhôlas. Aô som dê gitanô gipsj, tê komô la vêrga kôn mi kulô. 

Nênhum môvimentô nulô, kvuandô kôm ô kulô a vêrga dô outrô kômemôs ê sakamôs la lêtchê dêl ôutrô, ên amôr , prôfanô séksô, sem prôkurar ô néksô , a dêiksar tôdô kônsêrvadôr feitô um Parvô, a parlar disparatês , pôrém a môlhar as kaltsas sem kuékas. Dêlês kôlôrimôs as muitas tsinzas das vidas dêsês.  Kasadôs , Namôradôs a ênkubar , inkubar ôs dêsêjôs pôr ôutrô dê hômem ,kôrpô. Mas ôs dêiksêmôs kôm ôs Psikanalistas agóra jóvens pikas êstâô nas listas dêlês. 

Kórhê la vem ôs militarês da Êskvuadra, mas nunka nôs pegarâô entâô aká vamôs dêiksar a nósa branka lêitósa marka , vou pinta-lôs a fatsê, ê tu êskrêvêr as próksimas tsênas da vida dêlês , sintô , kvuê kom ôutrôs ólhôs pasarâô a ver ô pêludô kôbértô pintô. 

Êm vósôs livrôs `ê kvuadrôs , das vosas kônsêrvadôras mentês êkôaremôs, a kada mômentô, até sê livrarem das últimas pôukas tsinzas de vósas Vidas.


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