Akto 1 - Kultura e Prazer - Partseiros da Noite



Essa noite ao tentar dormir , veio a mim a sensação de uma Febre de Rato.....
Roedor, será que algo estava a roer em dor , ou será rato de pouco …......
Rato Portuscalês ou Castellano , ou ecos de Garcia Lorca , ou estou louco?

Ô Viajante anti espaço , estou a meia hora a chamar te via skype e tu , nesses devaneios literários ,cinematográficos , deixei meu movimentos gráficos para ter contigo tu pões de Parvo. Estas a trampar comigo?

Transar contigo ? Meu bem! Ainda não inventaram o Correio Espermatrônico , sei que para ti , imerso nos números isso é sem nexo, mas como tu gostas vais terminar em sexo......


Só de ouvir vibra meu solar plexo

Certa madrugada de Agosto às exactas 02h05min de um sábado, ao sair de um Evento Cultural de uma cidade de Pernambuco , dirigi-me a um moto taxista , já sabido de quanto era a corrida até o Conjunto Habitacional onde moro, embarcamos , o vento a esvoaçar o largo calção deixando as coxas desnudas, o condutor parece que sentia nas narinas o aroma de hormona e suor fruto de horas dançadas total clima de luxúria , uma conexão foi feita entre os nossos quadris , o dele a encontro da minha pélvis e o meu ao encontro do traseiro quente que se aproximava, ao passar por um quebra-mola , só erguemos da moto, meu pau em riste o rabo dele em brasa, ao voltarmos ao assento ele sentou-se exactamente encima da minha verga, que ao sentir o calor daquela greta do prazer encoberta por um tecido grosso em outras circunstancias , mas véu para o fogo velado dos dois corpos, colei minhas coxas nas dele pulsando as veias do pau lubrificado pela pela que cobria a cabeça, a musica que tocava na cabeça era um reggaeton latino, bailando nos nossos sexos em ritmo quente , a plateia as fabricas do distrito industrial, o ápice não demorou a chegar, sentindo a gala quente subindo dos ovos pelo pau irrigado por veias e a dorsal em calibre máximo, se não tirasse o pau de debaixo daquela bunda quente , o assento da moto a calça dele estariam só esperma, posicionei o pau para cima, gozando, ele sentiu o cheiro de gala, bem na hora que passávamos pela avenida principal do bairro, ainda com tesão ele apertou o pau grosso com a mão esquerda sobre a calça a deixar uma leve marca de baba, na descida já em frente a portaria ele me chamou de minha jóia paguei a corrida, ele voltou para o ponto de onde tínhamos saído e eu fui para a casa onde moro.

Tu és um ….ele... Fantasias Indiscretas, mas adorei, literalmente estou gozado, até outro dia..

Relato Intenso , lido na tela de um computador portátil, de um usuário que deixou o ecrã desbloqueado, quem são eles?
Onde eu estava?

Ei! , deixaste cair esse livro …....
Então cai um cassetete, e uma farda sobre o chão …....
do outro lado um pão uma roupa e um avental......
na rua só era ouvido o pulsar de um coração.....
só era vista a energia fálica em erecção.........
danças de pernas profundas ….
no ir e vir das peludas bundas.....
suspiro


e o eterno silencio agora respiro.


Ésa noitê aô tentar dôrmir , veiô a mim a sensatsâô dê uma Fébrê dê Ratô.....
Rôedor, sérá kvuê algo êstava a rôer êm dôr , ou sérá ratô dê pôukô…......
Ratô Pôrtuskalês ou Kastêllanô , ou ékôs dê Gartsia Lórka , ou êstôu lôukô?

Ô Viajantê anti êspatsô , êstôu a mêia hóra a tchamar tê via skjpê ê  tu , nesês dêvanêiôs litêráriôs ,tsinêmatôgrafíkôs , dêiksei meus môvimentôs gráfíkos para ter kôntigô ê tu pôês dê Parvô. Êstás a trampar kômigô?

Transar kôntigô ? Meu bem! Ainda nâô inventaram ô Kôrhêiô Êspêrmatrôníko , sei kvuê para ti , imérsô nôs númêrôs isô é sem néksô, mas kômô tu góstas vais têrminar êm séksô......


Só dê ôuvir vibra meu sólár pléksô

Tsérta madrugada dê Agôstô às êksaktas 02h05min dê um sabádô, aô sair dê um Êventô Kultural dê uma tsidadê dê Pêrnambukô , dirigi-me a um mótô taksista , já sabídô dê kvuantô éra a kôrhida até ô Kônjuntô Habitatsiônal ondê mórô, êmbarkamôs , ô ventô a êsvôatsar ô largô kaltsâô dêiksandô as kôksas dêsnudas, ô kondutôr parétsê kvuê sêntia nas narinas ô aroma dê hôrmôna ê suór frutô dê hóras dantsadas tôtal klima dê luksúria , uma kônêksâô foi feita entrê ôs nósôs kvuadris , ô dêlê a ênkontrô da minha pélvis ê ô meu aô ênkontrô dô trasêirô kvuentê kvuê sê aprôksimava, aô pasar pôr um kvuébra-móla , só êrguêmôs da mótô, meu pau êm ristê ô rabô dêlê êm brasa, aô vôltarmôs aô assentô êlê sentôu-sê êksaktamentê êntsima da minha vérga, kvuê aô sentir ô kalôr dakvuéla grêta dô prazêr ênkôbérta pôr um têtsidô grôsô êm ôutras tsirkunstantsias , mas véu para ô fôgô vêladô dôs dôis kórpôs, kôlei minhas koksas nas dêlê pulsandô as vêias dô pau lubrifikadô pêla pélê kvuê enkôbria a kabêtsa, a musika kvuê tókava na kabetsa éra um rêggaêton latinô, bailandô nôs nósôs séksos êm ritmô kvuentê , a platéia as fábrikas dô distriktô industrial, ô ápitse nâô dêmorôu a tchêgar, sêntindô a gala kvuentê subindô dôs óvôs pêlô pau irhigadô pôr vêias ê a dôrsal êm kalibrê máksimô, sê nâô tirasê ô pau dê dêbaiksô dakvuéla bunda kvuentê , ô asentô da mótô a caltsa dêlê êstariam só êspérma, pôsitsiônei ô pau para tsima, gózandô, êlê sêntiu ô tchêirô dê gala, bem na hóra kvuê pasávamôs pêla avênida printsipal dô bairhô, ainda kôm têsâô êlê apêrtôu ô pau grôsô kôm a mâô êskvuêrda sôbrê a kaltsa a dêiksar uma lévê marka dê baba, na dêstsida já êm frentê a pôrtaria êlê mê tchamôu dê minha jóia paguêi a kôrhida, êlê vôltôu para ô pontô dê ondê tínhamôs saídô ê eu fui para a kasa ondê mórô.

Tu és um ….élê... Fantasias Indiskrétas, mas adorei, litêralmentê êstôu gôzadô, até ôutrô dia..

Rêlatô Intensô , lidô na téla dê um Kômputador Pôrtátil, dê um usuáriô kvuê dêiksôu ô Êkran dêsblôkvuêadô, kvuem sâô êlês?
Ondê eu êstava?........

Êi! , dêiksastê kair êsê livrô …....
Êntâô kai um kasêtétê, ê uma farda sôbrê ô tchâô …....
dô outrô ladô um pâô uma rôupa ê um avental......
na rua só éra ôuvidô ô pulsar dê um Kôratsâô.....
só éra vista a ênêrgia fálika em erektsaâô.........
dantsas de pérnas prôfundas ….
nô ir e vir das pêludas bundas.....
suspirô

Ê ô étérnô silêntsiô agóra rêspirô.



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